Disenso. Crítica y Reflexión Latinoamericana http://51.222.15.169/index.php/DISENSO <p>Disenso es una revista científica y de acceso abierto de Barro Pensativo. Centro de Estudios e Investigaciones en Humanidades y Ciencias Sociales, editada de forma ininterrumpida desde 2020, con una periodicidad semestral (julio-diciembre), especializada en filosofia y sus líneas interdisciplinares tales como filosofía política, filosofía del derecho, filosofia de la economía, filosofía de la educación, entre otras. Es una revista arbitrada, que utiliza el sistema de evaluación externa por expertos (<em>peer review</em>), bajo la metodología de pares ciegos (<em>doble-blind review</em>), de conformidad con las normas de pubicación de la American Psychological Association (APA). &nbsp;</p> <p>Disenso está idexada en el Portal de Difusión de la Producción Científica <strong><span class="_4yxo">(Dialnet)</span></strong><span class="_4yxo">;</span>&nbsp;en la Red Iberoamericana de Innovación y Conocimiento Científico<span class="_4yxo">(</span><strong><span class="_4yxo">REDIB</span></strong><span class="_4yxo">); en la </span><span class="_4yxo">Bielefeld Academic Search Engine (<strong>BASE</strong>); en la Matríz de Información para el Análisis de Revistas (<strong>MIAR</strong>); en la Asociación de Revistas Académicas de Humanidades y Ciencias Sociales; en la Red Latinoamericana de revista académicas en Ciencias Sociales y Humanidades (<strong>LatinREV</strong>); en el Public Knowledge Project (<strong>PKP|Index</strong>); en el Repositorio de acceso abierto de propósito general desarrollado bajo el programa europeo OpenAIRE y operado por CERN (<strong>Zenodo</strong>); Google Académico (<em><strong>Google Scholar</strong>); </em>en la Academic Resource Index (<strong>ResearchBIBb</strong>); en el Directory of Research Jounals Indexing (<strong>DRJI</strong>); en el Índice de Revistas Científicas Euroasiáticas (<strong>ESJI</strong>); en el el Directorio de Revistas de Acceso Abierto (<strong>Inudi Index</strong>); en el Instituto Internacional de Investigación Organizada (<strong>I2OR</strong>); en el Repositorio de Investigación de Turquía (<strong>ASOS indeks</strong>); en el Respositorio de Investigación de Indonesia (<strong>neliti</strong>).</span></p> <p><span class="_4yxo">Disenso se edita únicamente en la versión electrónica (<strong>e-ISSN: 2709-6807</strong>).</span></p> Barro Pensativo. Centro de Estudios e Investigaciones en Humanidades y Ciencias Sociales es-ES Disenso. Crítica y Reflexión Latinoamericana 2709-6807 Humanidades y condición humana: el legado homérico ante la crisis del pensamiento contemporáneo http://51.222.15.169/index.php/DISENSO/article/view/180 <p>¿Qué significa ser humano en un siglo atravesado por crisis humanitarias persistentes, desplazamientos masivos, guerras que ya no sorprenden y una progresiva indiferencia frente al sufrimiento ajeno?</p> Guillermo Sebastian Tapia Churata Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ 2025-12-15 2025-12-15 8 II Domínio e insanidade: notas básicas sobre o conceito de barbárie na contemporaneidade http://51.222.15.169/index.php/DISENSO/article/view/181 <p>A temática “Crises humanitárias no século XXI” nos motiva a fazer algumas reflexões filosóficas e políticas sobre os acontecimentos mais recentes e presenciados pelo mundo por meio dos aparatos de comunicação na forma do genocídio dos palestinos em Gaza. Inicia-se esclarecendo o que se entende por barbárie a partir do aporte teórico metodológico do materialismo histórico retomando alguns autores que refletem sobre o significado do conceito. Na sequência, aborda-se o tema do genocídio, sempre da perspectiva metodológica crítica, para refletir sobre o contexto que se desenvolve na Palestina. Levantam-se alguns pontos que constituem o quadro conjuntural do qual se parte, a fim de destacar as contradições que se apresentam no cenário político que se constrói a partir dos elos entre neoliberalismo e neofascismo no âmbito da crise de hegemonia vigente. Na conclusão tenta-se vislumbrar formas nascentes de resistência na mobilização da sociedade civil e de instituições mundiais.</p> Anita Helena Schlesener Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ 2025-12-15 2025-12-15 8 II O Estatuto do Nascituro: Uma análise a partir da Filosofia Sistemática de Hegel http://51.222.15.169/index.php/DISENSO/article/view/182 <p>O presente artigo aborda o debate bioético sobre o estatuto jurídico do nascituro, propondo uma superação do reducionismo biológico através de uma análise sistemática da filosofia de G.W.F. Hegel. A investigação, através de uma metodologia hermenêutica, parte da definição de pessoa na obra <em>Filosofia do Direito</em>, identificando três condições constitutivas. A investigação expõe a tensão entre uma leitura sistêmica literal, que exclui o nascituro por carecer de capacidades empíricas desenvolvidas, e uma leitura sistemática reflexiva onde, recorrendo à <em>Ciência da Lógica</em>, compreende-se o nascituro como a forma particular imediata do conceito universal de pessoa. É a partir desta perspectiva que se argumenta que o nascituro é portador da vontade livre, para assim superar a primeira interpretação de uma dicotomia hegeliana. Finalmente, conclui-se que o valor de recorrer a Hegel em discussões contemporâneas de bioética não reside em respostas definitivas, mas em proporcionar uma análise correta do pensamento e dos argumentos, o que eleva a discussão de um plano empírico para o conceptual para a manifestação de direitos.</p> Sergio David Chavez Segura Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ 2025-12-15 2025-12-15 8 II Em quem você votou? Vontade e culpa na democracia http://51.222.15.169/index.php/DISENSO/article/view/183 <p>Este ensaio tem como finalidade refletir sobre como as pessoas procuram culpar os outros por vontades alheias, como os representantes políticos. Tudo isso sob a cena fictícia de uma conversa em que uma pessoa pergunta a outra “Por quem você votou?”. Desse modo, detalhamos um desconhecimento geral das categorias políticas, assim como a falta de distinção entre “Estado” e “administração”. Além disso, essa desconexão com categorias políticas é aproveitada por partidos ideológicos para separar a população e fazer com que se culpem mutuamente.</p> Pedro Eugenio Sánchez Barrera Copyright (c) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/ 2026-01-10 2026-01-10 8 II 27 35